Resumo
Este estudo de pesquisa examina a eficácia de estratégias de fala, como role-play, discussões em grupo e trabalho em duplas, apoiadas por materiais instrucionais, para promover atividades interativas significativas com estudantes do nono ano, a fim de aumentar o Student Talking Time (STT), ou tempo de fala dos estudantes, em Cuenca, com 40 estudantes que possuem nível de proficiência em inglês A2 elementar em uma instituição privada. Especificamente, no contexto equatoriano, as aulas de inglês como língua estrangeira tendem a ser mais centradas no professor, o que limita a participação ativa dos aprendizes na aula e o desenvolvimento de suas habilidades orais, perdendo-se o foco na aprendizagem centrada no estudante. Para abordar essa questão, este estudo qualitativo busca determinar se estratégias comunicativas possibilitam que os estudantes falem em aula. Neste estudo, diversas estratégias de fala são implementadas durante cinco aulas observadas para incentivar a participação e o desenvolvimento de habilidades comunicativas de fala. As observações de aula são avaliadas por meio de uma lista de verificação de observação que atende a determinados critérios a serem avaliados durante a sessão de fala, conforme especificado no processo desta pesquisa. Os principais aspectos a considerar são motivação, fluência e confiança, que ajudam os aprendizes a ter sucesso no aprimoramento de suas habilidades em língua inglesa. Os achados indicam que estratégias comunicativas aumentam a participação oral e constroem autoconfiança entre os aprendizes. No entanto, observa-se que alguns estudantes parecem ansiosos, seja por ansiedade de falar ou por proficiência linguística limitada, e recorrem à língua materna quando enfrentam dificuldades; contudo, o uso de estratégias de comunicação os ajuda a se sentirem mais confiantes. Os resultados obtidos, a respectiva análise, bem como as conclusões e recomendações, são detalhados para fornecer estratégias conversacionais envolventes a serem desenvolvidas em aula.
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