Valoração processual penal da pornografia infantil gerada por inteligência artificial no Equador
PDF (Español (España))
EPUB (Español (España))

Palavras-chave

Prova digital; aplicação informática; administração da justiça; direitos da criança; pornografia infantil sintética. Digital evidence; artificial intelligence; administration of justice; children's rights; synthetic child pornography. Prueba digital; aplicación informática; administración de justicia; derechos del niño; pornografía infantil sintética.

Como Citar

Arias Ordóñez, M. D., & Durán Ramírez, A. L. (2026). Valoração processual penal da pornografia infantil gerada por inteligência artificial no Equador. Runas. Journal of Education and Culture, 7(14), e260329. https://doi.org/10.46652/runas.v7i14.329

Resumo

A presente pesquisa centrou-se em analisar a possibilidade legal de aceitar provas digitais geradas por Inteligência Artificial (IA) no procedimento penal equatoriano, no que diz respeito à digitalização e produção de material sexual infantil. Nos últimos anos, o rápido avanço dos deepfakes e dos modelos completamente automatizados de geração de imagens transformou substancialmente as condições em torno da apreciação das provas judiciais. Na pesquisa foram utilizados métodos qualitativos, combinando abordagens dogmático-jurídicas, analítico-sintéticas e hermenêuticas. O estudo permitiu considerar a legislação equatoriana, a doutrina especializada e experiências comparadas para identificar lacunas legais que dificultam um tratamento uniforme da prova digital. Verificou-se que, embora a normativa equatoriana reconheça princípios como a legalidade da prova, a cadeia de custódia e a motivação judicial, ainda carece de normas que permitam autenticar ou avaliar arquivos gerados por meio de algoritmos. Também foi identificada jurisprudência internacional que sublinha a necessidade de controles periciais mais rigorosos e mecanismos de autenticidade mais sólidos. Finalmente, o trabalho amplia seu enfoque para os direitos penalmente protegidos que se veem ameaçados pela criação de pornografia infantil mediante IA, ressaltando que recai sobre o Estado a responsabilidade de garantir a dignidade, integridade e desenvolvimento integral da criança como eixo central de toda resposta penal.

https://doi.org/10.46652/runas.v7i14.329
PDF (Español (España))
EPUB (Español (España))

Referências

Argentina. (2020). Ley N.º 27.590 — Programa Nacional de Ciberseguridad “Ley Micaela Ortega”. Boletín Oficial de la República Argentina, 23 de diciembre de 2020.

Asamblea General de las Naciones Unidas. (1989). Convención sobre los Derechos del Niño.

Asamblea Nacional Constituyente. (2008). Constitución de la República del Ecuador. Registro Oficial 449.

Asamblea Nacional del Ecuador. (2014). Código Orgánico Integral Penal. Registro Oficial Suplemento 180.

Binder, A. (2000). Introducción al derecho procesal penal. Ad-Hoc.

Cafferata Nores, J. L. (2004). El proceso penal acusatorio. Rubinzal-Culzoni Editores.

Casey, E. (2019). Digital evidence and computer crime: Forensic science, computers and the Internet. Academic Press.

Código Orgánico de la Función Judicial [COFJ]. (2009). Registro Oficial Suplemento 544.

Código Orgánico General de Procesos [COGEP]. (2015). Registro Oficial Suplemento 506.

Corte Interamericana de Derechos Humanos. (2017). Opinión Consultiva OC-24/17: Identidad de género, e igualdad y no discriminación a parejas del mismo sexo*

Couture, E. J. (1947). Fundamentos del derecho procesal civil. Editorial B de F.

Ferrajoli, L. (1995). Derecho y razón. Teoría del garantismo penal. Trotta.

Ferrajoli, L. (2001). Principia Iuris. Teoría del derecho y de la democracia. Trotta.

Ferrer, J. (2007). La valoración racional de la prueba. Marcial Pons.

International Watch Foundation. (2023). Annual report 2023: The state of online child sexual abuse material. IWF.

Loreti, D. (2020). Derecho, comunicación y nuevas tecnologías. Siglo XXI Editores.

Lynch, C. (2000). Autenticidad e integridad en el entorno digital: Una exploración. Council on Library and Information Resources.

Maier, J. (1996). Derecho procesal penal. Tomo I: Fundamentos. Editores del Puerto.

Moya, L. (2022). Evidencia digital y garantías procesales en la era de la inteligencia artificial. Revista Chilena de Derecho Penal y Criminología.

Muñoz Conde, F. (2015). Derecho penal: Parte general. Tirant lo Blanch.

Nieva Fenoll, J. (2018). Inteligencia artificial y proceso judicial. Marcial Pons.

Pérez Luño, A. (2004). Derechos humanos, Estado de derecho y Constitución. Tecnos.

Redondo, G. (2021). Prueba sintética y debido proceso en el derecho penal contemporáneo. Revista Iberoamericana de Derecho Procesal.

Russell, S., & Norvig, P. (2012). Inteligencia artificial: Un enfoque moderno. Pearson Educación.

Taruffo, M. (2008). La prueba de los hechos. Marcial Pons.

Tribunal Europeo de Derechos Humanos. (2015). Caso Roman Zakharov vs. Rusia.

Tribunal Supremo (España). (2019). Sentencia N.º 577/2019, de 26 de noviembre de 2019 (Recurso 3347/2018). Sala de lo Penal del Tribunal Supremo.

Creative Commons License

Este trabalho está licensiado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.

Copyright (c) 2025 Mateo David Arias Ordóñez, Andrea Lisseth Durán Ramírez

Downloads

Não há dados estatísticos.